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  5.  <title>O Futuro presente</title>
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  25.   <title>Quais seriam os benefícios conhecendo o seu arquétipo pessoal? </title>
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  27.   <description>&lt;a href=&quot;http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000027.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www4.newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000027.jpg&quot; title=&quot;ategory: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;o seguinte uma prvia da nova edio do livro &quot; seu arqutipo pessoal&quot; em portugus.&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;ara comprar a sua cpia &lt;a href=&quot;http://www.amazon.com.br/seu-arqu%3%9tipo-pessoal-ma-sobra-ebook/dp/0144&quot; id=&quot;posts_0x1_000525-000027_outside_link&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;clique aqui!&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;uais seriam os benefcios conhecendo o seu arqutipo pessoal? &lt;/b&gt; &lt;br&gt;&lt;br/&gt;por ax andor e eloisa elena osas de lmeida&lt;p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; moto &#039;conhecer a si mesmo&#039;  um tema central na conscincia humana.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; qui o paradoxo mais profundo e mais abrangente do niverso  o de que o observador nunca  capaz de observar a si mesmo, paradoxo esse que o udismo antigo compartilha com a eoria untica moderna.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;s s podemos observar com certeza, aquilo que   &#039;ns&#039;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; uando comeamos a fazer isso tendo em vista os outros, encontramos atitudes e comportamentos que as pessoas tm em comum, independente do status social, da idade, da nao ou raa a que pertencem. odemos enxergar, enfim, que ns, individualmente, seguimos padres especficos tambm.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ssa qualidade de observao faz nascer a conscincia de classificaes das pessoas e da existncia da abstrao de &#039;arqutipos&#039; em geral.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;xistem muitas destas classificaes na historia da civilizao humana: o sistema das &#039;gunas&#039; nos edas da ndia, a tipologia grega clssica, a astrologia, os arqutipos unguianos, e, os arqutipos do f, chamados risha.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ada um dos sistemas da classificao arquetpica tem as suas verdades e os suas fraquezas. ual  o mrito do sistema dos risha sob essa luz?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;magine uma estria ou um jogo de aventuras: voc  um paraquedista que vai pular numa terra incgnita para encarnar e cumprir uma &#039;misso impossvel&#039;, digamos, para resgatar uma princesa presa num calabouo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; momento exato do pouso na terra  quando um esprito encarna-se num corpo humano, tipicamente imediatamente depois do nascimento desse corpo.  caminho do corpo no roteiro quase circular do niverso, e os desafios que voc vai encontrar no percurso da vida, dependem do lugar onde voc aterrou, do tempo exato do pouso, e da configurao do dia do ano. s podemos aproximar estes parmetros pela strologia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;s qualidades bsicas do corpo fsico que voc escolhei para encarnar-se para a sua misso, seguem a classificao dos quatro temperamentos gregos, ou, se voc prefere, o modelo ndiano da yurveda&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;urante a misso voc vai precisar usar vrios arqutipos scio-funcionais, como ser um pai ou uma me, um curador, um monstro, um lder, etc... rios modelos, como o unguiano, servem para isso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;altam, porm, alguns parmetros nesta aventura.  agora, finalmente, vemos as polaridades csmicas do f (du) e os arqutipos, os risha.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;om a &quot;eitura de vida&quot; podemos definir a sua motivao para encarnar-se para esta aventura no &#039;vetor interno&#039;, a misso mesma como o du (polaridade) central, e a sua estratgia principal para sobreviver e vencer, no &#039;vetor externo&#039;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;alta ainda o papel principal que voc vai jogar durante essa vida: voc vai agir mais como um soldado ou como um curador? ais como uma amazona ou mais como uma enfermeira? ais um artista ou mais como um cientista?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; istema do f identifica exatamente 201 arqutipos distintos. s podemos agrup-los em seis &#039;complexos arquetpicos&#039;. sses grupos principais esto espelhados tambm no modelo do &#039;crebro triuno&#039; tanto para corpos femininos quanto masculinos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ste modelo influencia todas as preferncias e averses de uma pessoa, assim como suas fortalezas principais e as suas fraquezas. or isso,  instrumental em todos os passos e escolhas na vida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;em conhecer o seu arqutipo e as suas qualidades  principalmente impossvel determinar se uma escolha sua j estava programada pelo arqutipo, ou se  verdadeiramente a   .&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;a falta de conhecimento do seu arqutipo, e independentemente de uma explicao de onde vm os padres arquetpicos, os seus padres rgidos e limitados no sero baseados em escolhas conscientes. omo consequncia, tais comportamentos padres so tipicamente aceitados como &#039;normal&#039; ou &#039;evidente&#039;, justificados de qualquer maneira, e nunca questionados.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; claro tambm que ningum estaria em grau de muda-los facilmente, sem primeiramente ganhar um certo conhecimento e conscincia deles.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ste , ento, o primeiro passo para conhecer a si mesmo: conhecer o seu arqutipo, suas preferncias e problemas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; com este conhecimentos podemos comear o segundo passo: dirig-los com mais prudncia e sabedoria.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; deste caminho que surgem os muitos benefcios que chegam, conhecendo o seu arqutipo espiritual.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ssim voc pode aproveitar o conhecimento do risha:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- ntre em harmonia com o seu risha para mais felicidade na sua vida. nquanto ela ou ele no  contente, nem voc poderia ser feliz, ainda que a vida providenciasse todos os outros ingredientes materiais e emocionais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- ntecipe os problemas potenciais do seu risha para evitar problemas com outros, de sade ou de dinheiro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- proveite mais intencionalmente as qualidades positivas do seu risha, para mais sucesso nos projetos na sua vida;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- econhea a rede de relaes de amizades e encrencas na sua vida como resultados das relaes dos rishas das pessoas envolvidas, e comece a transcender a sua programao nesses scripts e jogos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- oc pode parar de culpar outros ou si mesmo e achar solues que resolvero situaes crticas de verdade; a grande maioria dos problemas na sua vida esto baseados nos problemas do seu risha, em relao com os rishas dos outros.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- omece a ver quais so as suas prprias escolhas na vida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;------------------------------&lt;br/&gt;ax no eb: https://www.maxsandor.com&lt;br/&gt;e no acebook: https://www.facebook.com/aximilianandor&lt;br/&gt;</description>
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  29.   <pubDate>Sun, 16 Aug 2015 23:52:02 GMT</pubDate>
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  32.   <title>Déjà Vus dentro de Fora do Eixo</title>
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  34.   <description>&lt;a href=&quot;http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000026.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www4.newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000026.jpg&quot; title=&quot;ategory: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;j us dentro de ora do ixo&lt;br/&gt;por ax andor&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;nde menos me esperava, voil, os &#039;dj vus&#039; me chocavam, no omingo na asa, dentro do ora de ixo, dois dias atrs, ou foram j 44 anos que passaram?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ma turma de jovens numa sala pequena, semi-circulados, enquadrando, alguns mestres do passado - &#039;aonde vamos?- ninguem sabe.  inverno frio j passou, a primavera estava ainda por chegar, em bermudas todo mundo, roupas quentes  de lado, s em caso. oi assim em rankfurt, em 1969. ssim mesmo me senti, neste domingo passado em ampa, no bairro da iberdade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;as caras na platia, se misturavam: paixo pela vida, e teso pelas palavras elaboradas. eometria conhecida nos dilogos entre os mundos; uns que j se provaram na vida, dando conselho sbio pra quem quer ouvir, outros aspirantes ao futuro em volta deles, com bocas meio abertas, esperando sem esperar, as bochechas avermelhadas do amistoso contra as bochechas plidas enrugadas. focados pelos seus lderes, com os craques acadmicos ao lado.  a? quais seriam os movimentos que queremos?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; dorno, bem antes de chegar s com a polcia, gostava de falar sobre o futuro no passado.  que ele diria, companheiros, em frente das cmeras da s? le mesmo, o profeta da esttica da cultura falida, aquele que escreveu o prprio &#039;rlogo da , o que ele diria?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; dorno apontaria pro incio, 60 anos atrs.  tv no rasil celebrava os seus trs aninhos. ara dorno, o quadro j estava enquadrado: &#039;s humanos, ao invs de serem mudados, esto fixados ao inevitvel&#039; - ele disse- no &#039;rlogo  &#039;, em 1953.  ssim foi, assim ! hoje em ampa, dorno diria: &#039;e mudou, o que foi?&#039; e vai mudar alguma coisa, o que seria?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;m ampa 2013, as respostas variam com as roupas intelectuais, as maquiagens mentais, as pretenses de saber e o ambiente scio-cultural de cada um, at a questo extrema de &#039; melhor quebrar o que ainda no est quebrado?&#039;. j vus, um depois do outro; o meu prprio papel al, muito diferente daquele em rankfurt, na primavera de 1969.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;eja uma esperana, ou a minha ingenuidade, ou uma certa curiosidade; estou olhando uma nova encenao de um show antigo, do que poucos atores atuais se do conta, porque os shows anteriores foram esquecidos. o cancelados, no bem sucedidos, no falidos, nem vencidos - simplesmente dissolvidos como ondas na praia, e, ao fim, sim, esquecidos.</description>
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  36.   <pubDate>Thu, 17 Oct 2013 07:24:17 GMT</pubDate>
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  39.   <title>Fé e Crença: o garato Pi e o Tigre</title>
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  41.   <description>&lt;a href=&quot;http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000025.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www4.newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000025.jpg&quot; title=&quot;ategory: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;o fim do ano passado, rederico anatta publicou uma entrevista comigo na evista abel da / com o titulo &quot; princpio de no acreditar em nada&quot;. eja http://www.eca.usp.br/babel/exibir2.php?edicao_id=1&amp;materia_id=44.  entrevista, ainda que muito bem escrita, inteligente e bem humorada, deixou necessariamente algumas questes para esclarecer, aprofundar e ampliar. oil.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&quot; e rena &amp;  e o igre&quot;&lt;br/&gt;&lt;i&gt;por ax andor&lt;/i&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;m concluso, o que eu estou fazendo?  meu papel no  o de um mestre, professor ou guru.  fiz tudo isso, curti o tempo e a gente, e no final fui para frente.  meu papel  apontar na direo das coisas mgicas que foram esquecidas nas nossas vidas, e fazer reaparecer idias que pareciam perdidas nas memrias dos eres.  meu conselho no  sobre o que fazer na vida, mas sobre o que se pode fazer para mudar o que no agrada, e trazer ou ampliar o que estava em falta. s minhas sugestes no so moralistas, nem frontal, nem sutilmente, e sim indicaes de quais &#039;processos de transformao&#039; a ser efetuados, para aquilo que se quer realizar. scolhemos entre milhares de processos que eu coletei durante  meio sculo, em vrias partes do mundo, para achar e realizar o caminho mais eficaz para cada um na sua situao atual e especifca. ssim a  transformao se transforma em auto-iniciao.  por si mesmo  possvel avanar.  o que se sabe fazer por si mesmo tem um valor incomensurvel.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;or isso, o meu mtodo para o progresso espiritual probe doutrinao &lt;i&gt;por princpio&lt;/i&gt; e reduz a teoria a modelos mnimos e simples. sto no exclui compartilhar as minhas observaes individuais que poderiam bem servir como inspiraes num dilogo platnico.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;nto, olhemos a questo da crena sem a pretenso de chegar a uma perspectiva conclusiva. s palavras &lt;i&gt; e rena&lt;/i&gt; tem uma histria impressionante de falsificaes e erros deliberados e/ou ingnuos, de interpretao. amos analisar a situao do garoto i, num dos filmes mais lindos jamais feitos. erdido no meio do mar, ele precisa sobreviver num barco pequeno, junto com um tigre. ssa metfora espelha a nossa mente, a nossa luta interna entre a confiana do que se poderia fazer e aquilo que as nossas prprias crenas nos permitem enxergar. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;esta situao esquisita, o garoto i se lembra de como o seu pai, dono de um pequeno circo, adestrou tigres. le encontra um manual com instrues, passo a passo, de como tornar uma besta num animal adestrado ao menos a ponto de no mais atacar.  esse conhecimento que lhe d &lt;i&gt;f&lt;/i&gt; na possibilidade de sobreviver. le comea um &lt;i&gt;processo sistemtico e elaborado&lt;/i&gt; de adestramento, que leva dias de trabalho exato e definido. le no reza, no canta mantras, no espera por um salvador para resgata-lo dessa situao - ele age. le tem &lt;i&gt;f&lt;/i&gt; de verdade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;o outro lado do barco, a besta est presa nos pressupostos bsicos da sua sobrevivncia como organismo. la s acredita no que ela v no seu ambiente imediato, e os mecanismos dele. la acredita nas aparncias bvias do que acontece em volta dele. em estratgia ou conhecimento e sem recursos mentais, ela espera um momento quando o fome cresce maior do que o seu medo. s suas premissas nem esto falsas.  simples que ela s tem os recursos da crena. em estratgia ou conhecimento e sem recursos mentais, ela espera pelo momento quando a fome ser maior do que o seu medo. s suas premissas no so falsas, mas   ela s tem os recursos da &lt;i&gt;crena&lt;/i&gt;. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;eixar as nossas crenas  um processo longo e rduo como o adestramento de um tigre faminto. o  para aqueles que querem s relaxar e curtir o por-do-sol.  preciso conhecimentos de como lidar com os paradoxos nas nossas mentes, como comunicar consigo mesmo. lhar o que precisa ser olhado no presente, sem esperar que outros tragam um futuro melhor, e sem se perder num passado que j era. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;recisamos de f, sim, no sentido da filosofia grega &lt;i&gt;pistis&lt;/i&gt;: a confiana naquilo que se sabe. recisamos desenvolver a nossa prpria epistemologia, o conhecimento do nosso prprio conhecimento. s absolutamente no precisamos das encrencas das crenas, das premissas ilgicas e sem provas que conduzir  inevitavelmente  corrupo, violncia e escravido. orm, precisamos, sim, de f tambm no sentido do latim &lt;i&gt;fides&lt;/i&gt;: &quot;adeso absoluta do esprito quilo que se considera verdadeiro&quot;. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;recisamos nos fiar em ns mesmos!&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;------------------------------&lt;br/&gt;ax no eb: https://www.maxsandor.com&lt;br/&gt;e no acebook: https://www.facebook.com/aximilianandor</description>
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  43.   <pubDate>Sat, 7 Sep 2013 03:45:41 GMT</pubDate>
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  46.   <title>Epigenetic Tuning</title>
  47.   <link>http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000024.htm</link>
  48.   <description>&lt;a href=&quot;http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000024.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www4.newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000024.jpg&quot; title=&quot;ategory: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;pigenetic uning&lt;br/&gt;(por ax andor)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;omos eres espirituais que habitamos um corpo humano. ste corpo  nossa conexo com o mundo fsico e  igualmente um portal para comunicao com outros eres que compartilham conosco, a experincia deste mundo. m vez encarnados,  somos responsveis por nosso corpo. le merece ser bem tratado e cuidado, pois mais do que um veiculo para o esprito, ele  um reflexo da criao e a nossa representao e desempenho no palco da vida. erece o nosso respeito.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; corpo nasceu com a sua prpria histria - uma histria bem complexa e muito carregada. onsiderando somente os ltimos 2000 anos, d para chegar a cem geraes de ancestrais, equivalente a 1298074214633706907132624082305024 pessoas individuais, um nmero inimaginvel, cada uma delas com a suas experincias, sonhos, expectativas, traumas, talentos e poderes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; cincia moderna reconhece e valida a influncia dos ancestrais sobre as nossas vidas atravs do ramo da &#039;epigentica&#039; ou o conhecimento da ativao ou da supresso das partes individuais de nossos genes.   expresso do  pode, sim, mudar  luz da nossa conscincia!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&#039;pigenetic uning&#039; no  regresso nem hipnose.  um processo gentil, no intrusivo, onde a pessoa entra em contato com as memrias codificadas no corpo fsico e nas clulas. esse encontro ela pode nesse momento remover as influncias negativas e trazer os poderes e talentos dos seus prprios ancestrais para o presente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ssim o &#039;pigenetic uning&#039; resulta numa experincia de profundidade sem paralelo, mudando a perspectiva e a vida da pessoa, holisticamente e integralmente. om um corpo sem o peso e as confuses do passado, com o potencial pleno das experincias dos seus ancestrais, a alma se acalma e o esprito se desdobra mais rpido e mais integralmente - o er mesmo chegando ao seu objetivo de ser. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;----------------------------------------------&lt;br/&gt;veja https://www.facebook.com/aximilianandor&lt;br/&gt;e http://www.maxsandor.com</description>
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  50.   <pubDate>Sat, 20 Jul 2013 18:31:57 GMT</pubDate>
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  53.   <title>Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação Midiática</title>
  54.   <link>http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000023.htm</link>
  55.   <description>&lt;a href=&quot;http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000023.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www4.newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000023.jpg&quot; title=&quot;ategory: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;este texto foi traduzido &amp; publicado pelo efferson: https://www.facebook.com/notes/jefferson-nunes/chomsky-e-as-10-estrat%3%9gias-de-manipula%3%7%3%3o-midi%3%1tica/554549324604553&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;uplicado aqui pra nunca perder :)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;homsky e as 10 stratgias de anipulao iditica&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; lingista estadunidense oam homsky elaborou a lista das 10 estratgias de manipulao atravs da mdia:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;1-    .&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; elemento primordial do controle social  a estratgia da distrao que consiste em desviar a ateno do pblico dos problemas importantes e das mudanas decididas pelas elites polticas e econmicas, mediante a tcnica do dilvio ou inundaes de contnuas distraes e de informaes insignificantes.  estratgia da distrao  igualmente indispensvel para impedir ao pblico de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na rea da cincia, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da ciberntica. anter a ateno do pblico distrada, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importncia real. anter o pblico ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta  granja como os outros animais (citao do texto &#039;rmas silenciosas para guerras tranqilas&#039;).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;2-  ,   .&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ste mtodo tambm  chamado problema-reao-soluo. ria-se um problema, uma situao prevista para causar certa reao no pblico, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. or exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violncia urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o pblico seja o mandante de leis de segurana e polticas em prejuzo da liberdade. u tambm: criar uma crise econmica para fazer aceitar como um mal necessrio o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos servios pblicos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;3-    .&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ara fazer com que se aceite uma medida inaceitvel, basta aplic-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos.  dessa maneira que condies socioeconmicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as dcadas de 1980 e 1990: stado mnimo, privatizaes, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salrios que j no asseguram ingressos decentes, tantas mudanas que haveriam provocado uma revoluo se tivessem sido aplicadas de uma s vez.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;4-    .&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;utra maneira de se fazer aceitar uma deciso impopular  a de apresent-la como sendo dolorosa e necessria, obtendo a aceitao pblica, no momento, para uma aplicao futura.  mais fcil aceitar um sacrifcio futuro do que um sacrifcio imediato. rimeiro, porque o esforo no  empregado imediatamente. m seguida, porque o pblico, a massa, tem sempre a tendncia a esperar ingenuamente que tudo ir melhorar amanh e que o sacrifcio exigido poder ser evitado. sto d mais tempo ao pblico para acostumar-se com a idia de mudana e de aceit-la com resignao quando chegue o momento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;5- -       .&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; maioria da publicidade dirigida ao grande pblico utiliza discurso, argumentos, personagens e entonao particularmente infantis, muitas vezes prximos  debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. uanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. or qu? e voc se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, ento, em razo da sugesto, ela tender, com certa probabilidade, a uma resposta ou reao tambm desprovida de um sentido crtico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver rmas silenciosas para guerras tranqilas).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;6-          .&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;azer uso do aspecto emocional  uma tcnica clssica para causar um curto circuito na anlise racional, e por fim ao sentido critico dos indivduos. lm do mais, a utilizao do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idias, desejos, medos e temores, compulses, ou induzir comportamentos&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;7-        .&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;azer com que o pblico seja incapaz de compreender as tecnologias e os mtodos utilizados para seu controle e sua escravido.  qualidade da educao dada s classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medocre possvel, de forma que a distncia da ignorncia que paira entre as classes inferiores s classes sociais superiores seja e permanea impossvel para o alcance das classes inferiores (ver rmas silenciosas para guerras tranqilas).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;8-        .&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;romover ao pblico a achar que  moda o fato de ser estpido, vulgar e inculto&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;9-     .&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;azer o indivduo acreditar que  somente ele o culpado pela sua prpria desgraa, por causa da insuficincia de sua inteligncia, de suas capacidades, ou de seus esforos. ssim, ao invs de rebelar-se contra o sistema econmico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos  a inibio da sua ao. , sem ao, no h revoluo!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;10-          .&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;o transcorrer dos ltimos 50 anos, os avanos acelerados da cincia tm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do pblico e aquelas possudas e utilizadas pelas elites dominantes. raas  biologia,  neurobiologia e  psicologia aplicada, o sistema tem desfrutado de um conhecimento avanado do ser humano, tanto de forma fsica como psicologicamente.  sistema tem conseguido conhecer melhor o indivduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. sto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivduos do que os indivduos a si mesmos.</description>
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  57.   <pubDate>Tue, 2 Jul 2013 20:48:44 GMT</pubDate>
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  59.  <item>
  60.   <title>Um espectro ronda o Mundo - o espectro do SystemicChange</title>
  61.   <link>http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000022.htm</link>
  62.   <description>&lt;a href=&quot;http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000022.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www4.newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000022.jpg&quot; title=&quot;ategory: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;m espectro ronda o undo - o espectro do ystemichange. odas as potncias do velho undo unem-se numha anta liana para conjur-lo: o papa e o bamba, a erkel e a ilma, os radicais da rana e os policiais da lemanha.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;u partido de oposiom nom foi acusado de ystemichange pelos seus adversrios no poder? ue partido de oposiom, por sua vez, nom lanou aos seus adversrios de direita ou de esquerda a alcunha infamante de ystemichange?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;uas conclusons decorrem desses factos:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;1.  ystemichange j  reconhecido como fora por todas as potncias da uropa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;2.  tempo de os qye fazem ystemichange exporem,  face do mundo inteiro, o seu modo de ver, os seus fins e as suas tendncias, opondo um manifesto de se prprio, do espectro do ystemichange.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;om este fim, reunrom-se, na nternet, os agentes do ystemichange de vrias nacionalidades e redigrom o manifesto seguinte, que ser publicado em ingls, francs, alemo, italiano, flamengo e dinamarqus.</description>
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  64.   <pubDate>Wed, 26 Jun 2013 20:27:09 GMT</pubDate>
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  66.  <item>
  67.   <title>Satyagraha 2.0 - a única solução possível pensável contra a opressão</title>
  68.   <link>http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000021.htm</link>
  69.   <description>&lt;a href=&quot;http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000021.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www4.newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000021.jpg&quot; title=&quot;ategory: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;atyagraha 2.0 - a nica soluo possvel pensvel contra a opresso&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;i&gt;(ingls: http://sandorian.us/newslog2.php/__show_article/_a000245-000361.htm ) &lt;/i&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;s tempos tm mostrado que as revolues feitas com violncia sempre produziram o efeito oposto. odemos olhar o fato de vrios ngulos e encontrar vrias razes.  mais clara vem do campo da matemtica da &#039;eoria dos ogos&#039;, que mostra que se trata de uma questo de estratgia!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;lhando para o que funcionou na histria, encontramos a idia da &#039;atyagraha, do ahatma andhi, depois de  ardente busca por uma soluo contra a ocupao da ndia pelos ingleses, em meio aos embates entre indus, ristos e ulumanos. uanto mais olhamos, mais achamos paralelos, ento e agora. a poltica  justia, corrupo, a medicina mesma, e o campo da cincia. lm do mais, ainda que o movimento tenha sido trado mais tarde, &lt;b&gt;o atyagraha funcionou&lt;/b&gt;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;oje, vivemos em pseudo-democracias que so, de fato, oligarquias de um pequeno e altamente organizado network de gente rica e seus representantes, que manejam iludir as populaes de que elas poderiam influenciar na poltica, com os seus votos.  princpio de &quot;justia igual para todos&quot;, tem se tornado uma farsa ao ponto de muitos pases estarem providenciando &#039;leis&#039; pr imunidade da casta governante.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;s populaes so levadas a pensar que os seus problemas so nacionais e que poderiam ser solvidos, simplesmente, ajustando ou repondo alguns elementos. as, aproximadamente todos os pases, hoje, sofrem o mesmo destino. eja tlia, rcia, spanha, ortugal ou rasil, o nico que muda  a lngua local.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;atyagraha&lt;/b&gt;, matematicamente, no  uma &#039;winning strategy&#039;, como tal, mas  a  estratgia que pode evitar uma perda. &quot; desobedincia civil no violenta&quot;, seria uma interpretao pragmtica da estratgia.  o conceito  de longe mais amplo, bem encaixado e vlido nos tempos de hoje, cem anos depois destas palavras serem criadas!  corrupo  sistmica e  global.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;qui esto as regras, atualizadas para 2013. enha em mente que as regras definam a estratgia da luta e no um moralismo ou uma doutrina. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;&gt;&lt;&gt;atyagraha 2.0 (  - 2013) &lt;/&gt;&lt;/&gt;&lt;br/&gt;1. eclare-se um &lt;b&gt;atyagrahi&lt;/b&gt;;&lt;br/&gt;2. urante as manifestaes, abstenha-se de qualquer tipo de violncia, inclusive nos discursos e nos cartazes;&lt;br/&gt;3. ocumente e denuncie qualquer tipo de agresso violenta por parte das foras do opressor e seus provocadores contratados, bem como dos atores no &lt;&gt;atyagrahis&lt;/&gt;, usando as redes eletrnicas;&lt;br/&gt;4.vite qualquer concentrao fsica de pessoas que poderiam ser feitas de alvo de ataque pelo opressor ou seus agentes contratados;&lt;br/&gt;5. ogue o jogo om &amp; erry: sempre que a opresso ou seus agentes pagos aparecerem, escondam-se; aps sua retirada ou quando derem as costas, saia ao ar livre e dance;&lt;br/&gt;6. pressores jogam para fazer parecer e instigam a briga entre diferentes grupos tnicos, culturais e religiosos. enuncie quando isso acontecer e no caia na armadilha deles; &lt;br/&gt;7. omece a pensar no depois. andhi props uma democracia estritamente descentralizada, semelhante  &quot;epblica te&quot; (conselhos locais) e com a internet, isso pode ser facilmente implementado. &lt;br/&gt;8. vite colocar roupas ou manifestar com bandeiras/objetos representativos de algum partido, evitando assim, possvel risco de violncia. stamos todos no mesmo barco e os partidos so uma iluso dessa falsa democracia;&lt;br/&gt;9. o faa uso de qualquer instrumento que possa ferir outras pessoas como, por exemplo, fogos de artifcio, evitando tambm argumentos para ser alvo de opressores e facilitando a identificao de atores no atyagrahi;&lt;br/&gt;10. ara j, evite nomear lderes pblicos (que poderiam ser persuadidos ou corrompidos pelos opressores).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;inalmente, tenha em mente que: &lt;br/&gt;- os opressores tentaro de tudo para fazer a populao crer que eles so onipresentes, mas eles  so!&lt;br/&gt;- eles podem at mesmo deliberadamente construir e transmitir as agresses que nunca aconteceram s para incitar a indignao pblica;&lt;br/&gt;- eles iro hackear um movimento &lt;b&gt;atyagraha&lt;/b&gt; como j hackearam todos os movimentos sociais no passado;&lt;br/&gt;- eles iro prometer &#039;melhorar&#039; tudo no pas e que tambm vo atender os pedidos do povo no futuro, pra que o povo recue e as vozes silenciem;&lt;br/&gt;- eles nunca cumpriro, dentro do sistema atual, porque isso seria o seu fim.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;o se deixe enganar! antenha-se calmo e reafirme que &quot;a verdade prevalecer&quot;!.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;eja um atyagrahi!&lt;br/&gt;eja um atyagrahi  !&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;</description>
  70.   <guid isPermaLink="true">http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000021.htm</guid>
  71.   <pubDate>Sat, 22 Jun 2013 02:26:22 GMT</pubDate>
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  73.  <item>
  74.   <title>Onde você está em relação ao passado, ao presente e ao futuro?!</title>
  75.   <link>http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000020.htm</link>
  76.   <description>&lt;a href=&quot;http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000020.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www4.newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000020.jpg&quot; title=&quot;ategory: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;(original em ingls 12 an 2013 @ 14:41, por ax andor)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; homem civilizado moderno parece estarrecido quando encontra estilos de vida diferentes dos nossos tempos.  exemplo mais bvio  o das culturas cujos membros parecem viver de modo feliz,  fazer inferncias, como os &#039;irah&#039; do rasil ( ver http://umaincertaantropologia.org/2012/03/23/how-do-you-say-disagreement-in-piraha-n-y-times/ ). les tm a &#039;ramtica da elicidade&#039;, ou so eles no-humanos, segundo a inferncia do ponto-de-vista dos lingustas/filsofos? s opinies parecem oscilar entre reverncia cega e racismo declarado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;nquanto isso, uma outra lngua nativa fez ergueren-se algumas sobrancelhas; uma lngua que  tambm &#039;suspeita&#039; de ser &#039;no-inferente&#039;, e uma lngua que trata a perspectiva do passado&amp;futuro aparentemente de modo oposto da &#039;nossa&#039; perspectiva.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;inguistas olharam para uma das principais lnguas dos descendentes do povo aia, a lngua ymara, falada por cerca de 3 milhes de pessoas, e viram que o povo que falava essa lngua colocava o futuro aparentemente , e o passado   deles (veja http://www.linguistics.berkeley.edu/~sweetser/unezweetser2006.pdf ).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;e quiser, d para sorrir com arrrogncia e seguir com a vida..., o que aconteceria se  olhssemos por um momento para a sanidade da  cultura, que coloca o futuro &#039;em frente&#039;? &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;rimeiro, porm, um pequeno detalhe que normalmente escapa  ateno dos linguistas profissionais: as lnguas ocidentais modernas colapsam as preposies de espao e de tempo dentro das  palavras, como se tempo de espao fossem a mesma coisa. e estritamente visto, no faz sentido tratar ambos como o mesmo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;egundo, nossas prprias lnguas tratam as preposies de tempo de um modo que permite a especulao de que talvez,     podem ter tido o passado &#039;na frente&#039; e o futuro &#039;atrs&#039;. o mnimo podemos construir algumas combinaes de arrepiar os cabelos, sobre as preposies de espao e de tempo, como fez aynard de ymar na lngua germnica ( http://www.facebook.com/photo.php?fbid=118654971637887&amp;set=a.105471939622857.12823.100004801539906&amp;type=1&amp;theater ).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;rope-se, assim,  um novo e fresco olhar naquilo que estamos olhando, quando estivermos olhando para o elemento mais inferente da nossa mente, que  a idia de futuro!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;olocar a viso de futuro diretamente na frente, como parece ser o hbito da maioria das pessoas ocidentais, , provavelmente, a  de todas as possibilidades. sso faz colidir direta e brutalmente com a percepo &#039;daquilo que est l, em frente de si&#039;, a chamada  .  experincia mostra que esse modo de ver o futuro cria incerteza, auto-invalidao, tenses extremas, nervosismo, e falta generalizada de persistncia, necessrio para se alcanar um objetivo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;o ower+ife oaching ns oferecemos, entretanto, ao cliente, trabalhar com a viso dos seus projetos  do espao da &#039;realidade atual&#039;, tpica no lado direito e  acima do corpo. sso funciona muito bem para muitos e  de longe superior  viso &#039;comum&#039; do futuro direto na frente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; o passado? quilo que no se v  ferir! e voc no est atento no trfego em torno  enquanto dirige um carro, as chances de um acidente aumentam dramaticamente. ara se ter um sentido de novas tendncias, quer no trfego ou na vida,  preciso trilhar movimentos que se estendem do passado at dentro do futuro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ortanto, colocar o passado  de si mesmo  a pior opo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;m nossas sesses de oaching, ns convidamos o cliente a perceber o passado no lado  e . bservamos ento nossos projetos se desdobrando sobre idireito, ambos ligeiramente em frente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;t agora tudo bem, mas esse ainda no  o modo que a lngua falada pelos ndios ymara parece indicar  as suas vises do futuro e do passado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;gora, se se move &#039;o espao da viso de futuro&#039;para o topo da cabea, ligeiramente para trs, se poder especular que os pesquisadores da lngua no-inferente dos ymara podem bem ter negligenciado um detalhe importante: &#039;atrs&#039;, no- necessariamente se refere ao espao  das costas, ou atrs da expresso da fala, mas aponta para o espao  na viso da pessoa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; que significa que, tomando a viso de futuro no espao interno (necessariamente um espao inferente ou &quot;postulador&#039;), significando ligeiramente  e  da cabea, e o seu passado estando lateralmente visvel, torna-se possvel testemunhar o  , ao mximo, com um mnimo de inferncias e/ou interferncias.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;rgue-se aqui uma questo da existncia: nde se est em relao ao passado, ao presente e ao futuro?!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;rova!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;.....&lt;br/&gt;isite no acebook: http://www.facebook.com/aximilianandor  http://www.facebook.com/elosha &lt;br/&gt;eja os desenhos: http://energy-bodies.org/ (ingls) </description>
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  78.   <pubDate>Wed, 16 Jan 2013 19:27:24 GMT</pubDate>
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  80.  <item>
  81.   <title>Provisórios Definitivos</title>
  82.   <link>http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000019.htm</link>
  83.   <description>&lt;a href=&quot;http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000019.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www4.newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000019.jpg&quot; title=&quot;ategory: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;por eloisa .. de lmeida&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(s) governo(s) brasileiro(s) vm desenhando seu perfil ao ponto de faz-lo claro aos olhos de quem tenha olhos para ver.  sociedade brasileira est sendo tratada, em sua maioria representada, como escria, um tipo de sub-produto humano dos interesses de uma suposta elite. cham, os polticos,  em relao a si mesmos, que  chegada a hora de exercerem os seus poderes carregados de dio, frustraes , ressentimentos e confuses sem  ontade ao em. ai ficando muito ntido, para alguns de ns, como o sistema poltico brasileiro vem imulando o que h de mais nefasto e supressivo na atual civilizao humana, sobre aqueles considerados comandados, passveis de tutela e de guia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;sse desenho  claro, e suas cores so cinza e negro, aos olhos de muitos. ada passo, cada edida rovisria, cada arranjo, cada mentira proferida, cada roubo, cada arbitrariedade, tendem  preciso do clculo importado, por esse mesmo sistema, ultrajando e subestimando, na mais completa cara-de pau, a inteligncia e a prerrogativa dos seres de procurarem escolher o que melhor lhes serve dentro da conjuntura que se apresenta.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;esenho sistmico, sistematicamente reforado, no passo a passo da supresso dos to falados direitos humanos. uscam os zumbis polticos e os tecnocratas, antes buscados, por outros, por seus perfs de subservincia, eles mesmos, dispersar a ateno da platia pasma em confuso, e faz-la perder-se em detalhes de banalidade, disperdiando tempo com discusses em crculos,  medida em que avanam em suas agendas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; pano de fundo e a base ideolgica,  a promoo da confuso entre tendncias, ao ponto da esculhambao! um  quem, ser que d pr saber? o importam os personagens, aqui no caso. o uniformes, colaboram entre si, no silncio e na zoeira.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;e de fato estamos interessados em algum tipo de avano na soluo dos impasses  e do constrangimento da tica espiritual dos seres humanos, precisamos olhar com mais vontade de clareza o jogo que est sendo jogado, e os sub-jogos que esto sendo enfiados goela abaixo dos seres j nascidos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;uanto aos que esto por chegar, nestes tempos de roubo, usura e controle, melhor ser arregiment-los ainda no ventre.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;s mulheres so parideiras descartveis, dentro desse mesmo sistema , sistema esse que tem como ferramenta mais conveniente seus ministrios-caixas, al, bem al, onde a reza principal  : azei de mim, intrumento da tua vontade aquilo que no vem hesitando em deix-las morrer,ou no mnimo faz-las mutiladas, por descaso, no que se v aparente, ou por clculo, no que se deduz, pelo que  dito, e pelo que no  dito. o numerrios, elas, num sistema ortodoxo  e masculinamente teocrtico. esprotegidas, aviltadas e tripudiadas, o passo agora  que sejam controladas e monitoradas por sabe-se l quem, no absoluto sigilo a que tm acesso as foras controladoras do que  bem ou mal para os outros, com as justificativas esfarrapadas de que a mquina que as aniquila vai agora melhor poder poup-las! oupem-nos dessa falcia! e no nos pouparem, porque no esto em grau, esses tecnocratas, poupemos-nos ns mesmas, mulheres de carne e osso, de alma e esprito, da subservincia s custas da nossa dignidade e vida, e da dos nossos filhos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ara que no sejam aqueles filhos..., no futuro, que por uma trouxa de iluso de poder e controle, vituperem  o prprio feminino gerador, a prpria e!</description>
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  85.   <pubDate>Sat, 14 Jan 2012 18:58:20 GMT</pubDate>
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  88.   <title>Como não perder a cabeça (na confusão de hoje) </title>
  89.   <link>http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000018.htm</link>
  90.   <description>&lt;a href=&quot;http://www4.newciv.org/nl/newslog.php/_v525/__show_article/_a000525-000018.htm&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www4.newciv.org/pic/nl/artpic-sm/525/000525-000018.jpg&quot; title=&quot;ategory: &quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;20&quot; vspace=&quot;10&quot; border=&quot;0&quot;  alt=&quot;picture&quot; /&gt;&lt;/a&gt;em-vindos  era das galinhas descabeadas!  que uma vez foi um jogo de explorao e conquista, agora  luta pela sobrevivncia na confuso do galinheiro&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;05 de ovembro de 2011 s 00:30&lt;br/&gt;ax andor&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;s atitudes dos lderes, tanto na poltica quanto na economia, mudou vrias vezes nas ltimas dcadas. ma pergunta que se ouve frequentemente nas discusses entre consultores :  que mudou?  mundo mesmo ou as pessoas, as novas geraes de lderes?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;artigo no rasil247: http://www.brasil247.com.br/pt/247/mundo/22454/omo-n%3%3o-perder-a-cabe%3%7a-%28na-confus%3%3o-de-hoje%29.htm&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;mais artigos por ax:&lt;br/&gt;a praia  realidade&lt;br/&gt;http://brasil247.com.br/pt/247/brasil/14628/a-praia-%3%0-realidade.htm&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; caa ao diabo na msica&lt;br/&gt;http://www.brasil247.com.br/pt/247/cultura/15329/-ca%3%7a-ao-diabo-na-m%3%sica.htm&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;armacalpso&lt;br/&gt;http://www.brasil247.com.br/pt/247/cultura/16048/armacal%3%pso.htm&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; chegada dos nativos digitais&lt;br/&gt;http://www.brasil247.com.br/pt/247/mundo/16808/-chegada-dos-nativos-digitais.htm &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&quot;ransformao&quot;. em certeza?&lt;br/&gt;http://www.brasil247.com.br/pt/247/mundo/17794/ransforma%3%7%3%3o-em-certeza.htm&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; sttica  a ensagem&lt;br/&gt;http://www.brasil247.com.br/pt/247/cultura/18716/-st%3%9tica-%3%9-a-ensagem.htm &lt;br/&gt; &lt;br/&gt;s precisamos saber! s vamos saber!&lt;br/&gt;http://www.brasil247.com.br/pt/247/pernambuco247/21519/%3%3s-precisamos-saber!-%3%3s-vamos-saber!.htm</description>
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